Até o presente momento, o segundo melhor livro do André Vianco que já li (o primeiro é A Casa). História intensa, com muitos detalhes. Ficou um pouco exagerado, na minha opinião, quando surge a tal Casa Celestial. Contudo, é emocionante o laço que o autor constrói entre Thal e Gregório, principalmente nos momentos finais, antes de Satanael aparecer. Vale MUITO a pena ler (e denovo).
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Título: O Senhor da Chuva Autor: André Vianco Editora: Novo Século Ano: 2001 Páginas: 272 Gênero: Ficção brasileira Nota: 9,5 |
Não é só o bem contra o mal… o jogo vai ser um pouco mais complicado que isso.
Um anjo perseguido, para não ser destruído, possui o corpo de um ser humano igualmente agonizante. Assim, o anjo quebra uma regra sagrada que dá o direito aos demônios de evocarem uma guerra desigual que poderá desencadear a destruição de todos os anjos de luz da Terra.
Agora, os dois exércitos estão furiosos, transformando as tranquilas pastagens de Belo Verde num funesto campo de batalhas onde espadas que parecem chamas, olhos que parecem brasas, darão o tom nesta misteriosa aventura sobrenatural, repreta de batalhas mergulhadas no mundo dos anjos, dos vampiros… e dos demônios.
(Contra-capa do livro)
O autor trabalha com narrativa deslocada no tempo, sem ordem cronológica, como se tivesse escrito todo o enredo e depois misturado algumas partes. No entando, é de fácil leitura e muito instigante. Dá muita vontade de “quero mais”.
Marcas no livro: Dimep (p. 9); Coca-Cola (p. 24); Sukita (p. 59); Havaianas (p. 69); Bic [esqueiro] (p. 165); Maksoud Plaza (p. 190).


