Posts com a Tag ‘indignação’

Redes Sociais = (Boa ideia ≠ Boa execução)²

domingo, 30 de maio de 2010

Tem Twitter? Pesquisa lá então #chuvadetwix !

Pois é… a ação provavelmente não trará um bom retorno para a Twix, pelo menos não na Internet. Afinal, se no mundo físico, o retorno de uma ação mal executada é grande, imaginem nas mídias sociais, em que a abrangência é maior, o alcance é inimaginável e o retorno, incalcaulável?!
Foi programado, para hoje, uma chuva de Twix em plena avenida Paulista, em SP. Contudo, todavida, porém, entretanto… o que os presentes relataram foi uma chuva… [PASMEM] de papel.

Ai penso: como os caras aprovam uma ideia desta? Aliás, a ideia é ótima, mas a execução foi péssima. O pior é que o maior público do Twix (jovens de classes A, B e C) está na Internet e muito provavelmente no Twitter. E agora? que fazer? Nova chuva com mais Twix e menos papel? Ou apenas ignorar como o Twitter do Twix tem feito?

twixbr

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Ética… Falso moralismo… Insensibilidade capitalista?

quinta-feira, 11 de março de 2010

Há situações que me são realmente chocantes.
O que falarei aqui não é uma critica, apenas uma reflexão, afinal, não sou formado em Gestão de Pessoas…

Compromissos… contratos…
Penso que quando assumimos algum compromisso, verbal ou assinado, devemos cumpri-lo, a risca, afinal, mesmo que não tenha usado tais termos, você deu a sua palavra espontaneamente. O mesmo deveria ocorrer com uma empresa, desde o mais ínfimo e “insignicante” relacionamento até o mais importante deles, pois todos são stakeholders e, por tal, merecem consideração.

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Comunicação Interna?

sábado, 30 de janeiro de 2010

Quando se cursa Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda, pensa-se muito em agência. Pelo menos é assim na PUC Minas, apesar de excelentes professores e matérias como Comunicação Integrada.

Isto me é estranho, como uma visão restrita em uma área que precisa-se de muita amplitude, pois, no 8º período de PP, vejo que Comunicação é muito mais que publicitar ou propagar informações que o cliente quer. Hoje, atuando no setor de Comunicação Interna, vejo que a área é muito mais atrativa do que a “divulgação” dela feita no ensino superior.

Entendo que isto ocorre por haver muitos egos inflados na Publicidade… O sonho é formar, trabalhar em uma grande agência, administrando/criando/se relacionando com grandes clientes. Lógico, sem falar do quesito “ganhar prêmios”. Não sou hipócrita! Quem não gosta de ser reconhecido? Mas, também penso que, há outras formas de ser reconhecido. Por exemplo: idealizar, organizar e administrar um evento de uma empresa e ao fim ver que TUDO ocorreu bem; manter toda uma empresa bem informada, de forma clara e objetiva, combatendo a rádio peão… Enfim.

O que quero dizer é que somos induzidos a sonhar com uma realidade muito difícil, afinal, as grandes agências não têm espaço para todos. E, já foi a época que acreditei na premissa “Quem é bom, tem o seu lugar”. Hoje vejo que quem é bom e nasce/ganha berço de ouro, tem seu lugar ao Sol… E sinceramente, não é opinião de fracassado. Para alguém conseguir algo pequeno hoje em dia, é preciso transpirar muito. Não é mais como na época do Sr. Washington Olivetto: a concorrência é muito maior; as exigências ainda mais.

Sociedade em Rede

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Hoje, navegando pela web, dei de cara com a polêmica do Bóris Casoy (que humilhou garis, sem saber que ainda estava no ar). Fiquei realmente indignado, mas tudo bem, afinal, ato falho de um ser imperfeito, mesmo com o pífio pedido de desculpas dele.

Após isso, observei a polêmica do caso no Twitter e uns tweets do Sr. Carlos Cardoso (@Cardoso) me chamou atenção… Segue o print:

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É preciso cacife para fazer caridade…

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Para trabalhar gratuitamente é preciso ter como se prover. Ai está o ponto primeiro da questão, afinal, como poderei ajudar os outros se ainda não tenho condições de me ajudar?

Solução: buscar ajuda para ajudar… Fácil? Nem um pouco.

Talvez porque falta filantropia a Instituição filantrópica, ou por falta de Marketing, Planejamento estratégico, etc. O fato é que bolei um projeto, mas, como diz o ditado popular, “uma andorinha só não faz verão”…

[Caso queira saber mais sobre o projeto, segue o PDF]

Em suma, trata de um ONG publicitária. Isso mesmo, uma ONG que fornece serviços de Comunicação, Publicidade e Marketing para outras ONGs no intuíto de estimular doações para elas. a pONG (ONG publicitária) seria mantida por patrocínio do setor privado em troca de publicidade “gratuíta” em todos os materiais produzidos por ela.

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Qual o sentido de estágio?

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Até onde me consta, estágio é uma fase na qual o estudante encara o mercado de trabalho com o devido suporte de profissionais da área, aptos a orientar o estagiário…

Mas ai, tu acessa uma oferta de estágio e vê isso:

Oferta de estágio...

Oferta de estágio...

Fhoto Shoping?

Tem certeza que essa empresa quer um estagiário ou um funcionário de publicidade que aceite receber menos? Aliás, pelo valor da bolsa, BEM MENOS.

Juventude (publicitária) disperdiçada…

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Estou indignado com o mercado publicitário de Minas…

As empresas e agências, geralmente, têm a (in)capacidade de contratar pessoas “meia boca”, por motivos N como preguiça de anúnciar vagas ou por essas pessoas serem “amigas”, e, por vezes, deixam fora do mercado aspirantes a excelentes profissionais, como o grupo que criou a Compota Produções. Não estou dizendo que o pessoal está à-toa ou correndo atrás, afinal, não conheço nenhum dos garotos e garotas do grupo, mas babei no trabalho deles. O que acontece é que, talvez por ser um mercado pequeno, um desses caras ficam de fora… disperdiçados. Cito um exemplo próprio: uma pessoa pagou 1500 reais para um cara, que provavelmente só fez um curso de Web Design em uma SOS Computadores da vida, para fazer um site muito feio e enrolar meses o cliente. Posso com isso?

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A racionalidade irracional do animal homem…

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Quando criei esse blog tinha tempo livre para ficar postando coisas. E o fiz para tecer meus comentários sobre assuntos relacionados com publicidade e comunicação.

Na verdade continuo sem tempo e com muita coisa a fazer, mas diante de um link que chegou a mim, não tem como não registrar minha indignação com a raça humana:

http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/149040

Uma estranha forma de arte

O artista Habacuc deixou um cão morrer à fome durante uma exposição. Os defensores dos direitos do animais já lançaram uma petição online para que o artista seja banido da Bienal Centroamericana Honduras 2008.

É simplesmente revoltante isso… tanto esse abuso para com a vida de um indefeso como a condescendência de quem lá esteve e nada fez.

O pior é saber que quem fez isso é um “ser humano” que tem os mesmos direitos que eu ou qualquer outro bípede que defeca em um vaso sanitário.