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Livros: Sementes no Gelo – André Vianco

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Mais uma vez, o brasileiro André Vianco surpreende. Uma excelente história sobre óvulos inseminados artificialmente e que não foram usados. Seus corpos, foram congelados, mas suas almas não.

Livro A Casa, de André Vianco Título: Sementes no Gelo
Autor: André Vianco
Editora: Novo Século
Ano: 2007
Páginas: 174
Gênero: Romance brasileiro

Nota: 9,0

Neste novo romance, André Vianco volta a explorar o sobrenatural. Em “Sementes no Gelo”, o leitor ingressa no mundo de espíritos atormentados, impedidos de reencarnar. Muitos se enraivecem e lançam sua fúria sobre todos que lhe chamam atenção e interpõe seus caminhos.

Um detetive, por acaso, desvenda os mistérios em torno destes espíritos, tornando-se o inimigo número um das perigosas entidades.

(Contra-capa do livro)

Trata-se de um enredo intrigante e que se lê imaginando as cenas em uma enorme tela de cinema. Uma história excitante e que apresenta uma perspectiva a mais sobre o mistério da vida e da inseminação artificial.

Marcas no livro: Bandeirantes (p. 11); Época (p. 11); Rede Globo (p. 26); Texaco (p. 80); Tchê’s (p. 82).

Livros: O Senhor da Chuva – André Vianco

terça-feira, 6 de julho de 2010

Até o presente momento, o segundo melhor livro do André Vianco que já li (o primeiro é A Casa). História intensa, com muitos detalhes. Ficou um pouco exagerado, na minha opinião, quando surge a tal Casa Celestial. Contudo, é emocionante o laço que o autor constrói entre Thal e Gregório, principalmente nos momentos finais, antes de Satanael aparecer. Vale MUITO a pena ler (e denovo).

Livro A Casa, de André Vianco Título: O Senhor da Chuva
Autor: André Vianco
Editora: Novo Século
Ano: 2001
Páginas: 272
Gênero: Ficção brasileira

Nota: 9,5

Não é só o bem contra o mal… o jogo vai ser um pouco mais complicado que isso.

Um anjo perseguido, para não ser destruído, possui o corpo de um ser humano igualmente agonizante. Assim, o anjo quebra uma regra sagrada que dá o direito aos demônios de evocarem uma guerra desigual que poderá desencadear a destruição de todos os anjos de luz da Terra.

Agora, os dois exércitos estão furiosos, transformando as tranquilas pastagens de Belo Verde num funesto campo de batalhas onde espadas que parecem chamas, olhos que parecem brasas, darão o tom nesta misteriosa aventura sobrenatural, repreta de batalhas mergulhadas no mundo dos anjos, dos vampiros… e dos demônios.

(Contra-capa do livro)

O autor trabalha com narrativa deslocada no tempo, sem ordem cronológica, como se tivesse escrito todo o enredo e depois misturado algumas partes. No entando, é de fácil leitura e muito instigante. Dá muita vontade de “quero mais”.

Marcas no livro: Dimep (p. 9); Coca-Cola (p. 24); Sukita (p. 59); Havaianas (p. 69); Bic [esqueiro] (p. 165); Maksoud Plaza (p. 190).

Séries e Minisséries baseadas em livros: migração nas mídias.

domingo, 16 de maio de 2010

True Blood (Southern Vampires), Legend of the Seeker (A Espada da Verdade), Dexter (Darkly Dreaming Dexter), Gossip Girls (Gossip Girls), Privileged”  (How to Teach Filthy Rich Girls), Blood Ties (Blood Books), Sex and the City (Sex and the City), Heaven (The Colorado Kid), The Vampire Diares…

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Marketing cristão: a Igreja entra na onda de Crepúsculo

sexta-feira, 19 de março de 2010

A Cruz e o Crepúsculo – As mensagens espirituais na saga de Stephenie Meyer”:  Por que a saga Crepúsculo causa tanto encantamento em leitores de todas as idades e em diferentes partes do mundo? Agora é a hora de refletir sobre os motivos que levaram uma história de amor proibido a hipnotizar jovens e adultos de forma tão impressionante. Qual é o mistério por trás da sedutora e perigosa atração entre Edward e Bella? Beth Felker Jones desvenda os significados ocultos de importantes questões para os jovens em formação tratadas nos quatro livros da série à luz da ótica cristã. A cruz e o Crepúsculo é o primeiro livro que investiga essa saga sob uma perspectiva cristã, analisando os valores e as qualidades redentoras desse thriller emocionante. [fonte]

É isso mesmo… Também não acreditei quando uma colega de trabalho me falou sobre este livro… Inicialmente até achei que era mais uma publicação sobre Crepúsculo, aí, vi o estilo de livro: “autoajuda”. Ahm? Cuma? Por tal pasmo, resolvi baixar o primeiro capitulo do livro…

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Literatura Publicitária

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

[POSTADO ORIGINALMENTE EM 02/07/2008]

Quando falamos em propaganda, logo pensamos em
comerciais de tevê, o carro chefe da publicidade. Sem dúvidas o mais abrangente e rápido meio de atingir o target1. Porém, nos esquecemos comumente da mais antiga forma de divulgar ideologias2 ou produtos: a mídia impressa.

A mídia impressa (os meios de comunicação impressos, especialmente a revista e o jornal, incluindo também o outdoor), descendente dos antigos manuscritos, está sempre presente em nosso cotidiano. Apesar de banalizando, bastante diversificado.

Uma falha que observo é o esquecimento do livro como fonte de publicidade na nossa época.

Esse conjunto de folhas impressas presas por um lado e
enfeixadas ou montadas em capa não pode ser deixado de lado ao tentarmos inovar, acrescentar uma função social ao, como diz Toscani3cadáver defumado da publicidade.

Como Olivieiro Toscani, acredito que devemos inovar, afinal, ser criativo não é sair da mesmice, do usual, e descobrir o incomum?

Enfim, o livro é fonte de prazer para alguns e conhecimento sólido para todos. Por que não, também, utilizá-los?

Um livro, quando bem escrito e, principalmente, bem
divulgado, causa reações inimagináveis. Dois exemplos:


“A Bíblia é a fonte inesgotável, e sem fim. Também nossa sede.”

(Bíblia Sagrada – Edição Pastoral. Ed. Paulus – 1990, Pág. de Apresentação)

“Todas as descrições de obras de arte, (…), documentos e rituais secretos neste romance correspondem rigorosamente à realidade.”

(BROWN, Dan. O Código Da Vinci – Edição Especial Ilustrada. Rio de Janeiro: Sextante – 2005, Pág. 9)


Quem nunca ouviu falar de “O Código Da Vinci” que vá para a cova! Sim, pois você está morto e ainda não sabe. O best-saller4, sem dúvida é uma propaganda em forma de livro. Como sugere Darrell Bock, em Quebrando o Código Da Vinci5: “No especial exibido pela ABC News (…) o autor do livro, Dan Brown, afirmou acreditar nessas coisas”. Ou seja, segundo Bock, Brown fez propaganda de sua ideologia. O mesmo ocorre com a Bíblia, que divulgou e propagou a ideologia de um grupo sobre religião.

Um outro exemplo claro que posso usar: lemos um livro, onde descreve a linda paisagem vista do alto da Torre Eifel e o charme das ruas de
Paris. Dependendo da forma com que tal descrição é feita, sentimo-nos instigados a conhecer Paris e gozar da tais sensações descritas no livro . Uma publicidade para o departamento de turismo de Paris?

Por fim, creio que possamos usar a literatura (patrocinando-a) como meio de publicidade, ou seja, visando lucro/aceitação de uma marcar/produto, mas não deixando de lado a responsabilidade social e o comprometimento com a criatividade: inovar.



1- Alvo, em inglês. Expressão utilizada para definir o público-alvo de um plano de marketing, campanha ou peça de comunicação. Grupo (segmento) de consumidores ou prospects aos quais é dirigida, prioritariamente, uma peça ou campanha de propaganda, bem como qualquer outras ações de comunicação ou marketing.

2- Conjuntos de idéias; modo de viver, próprio de um individuo ou classe social.

3- TOSCANI, Olivieiro. A publicidade é um cadáver que nos sorri. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002.


4- Livro que é um sucesso de livraria, que vende muito.

5- BOCK, Darell L. Quebrando o Código Da Vinci: respostas as perguntas que todos estão fazendo. Osasco: Novo Século Editora – 2004